Em San Antonio, na região de Assunção, concentra-se o fluxo dos comboios
de barcaças e o embarque de grãos para exportação. Desafio é ampliar
escoamento sem prejudicar a vida urbana.
O plantio de feijão
ganha área 3% maior na terceira safra de 2014/15 – que está sendo
plantada – mais isso não garante oferta extra à temporada (julho a
junho), aponta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Isso
porque a primeira safra – que tem três quartos das lavouras concentrados
no Centro-Sul – registrou plantio 12% menor e rendeu 5% menos (só 1,2
milhão de toneladas) do que no mesmo ciclo de 2013/14. A segunda safra
de feijão também teve área (-5%) e produção menores (-1%), limitando-se a
1,3 milhão de toneladas.
Os preços subiram no primeiro
trimestre, mas pouco animaram os produtores da terceira safra,
concentrados no Nordeste do país. No Paraná, a saca de feijão carioca
passou da casa de R$ 100 para a de R$ 140, com oscilações recentes que
mostram enfraquecimento do ritmo de reajuste. Porém, o estado não tem
clima para estimular significativamente a produção do alimento nesta
época do ano. O país está cultivando 700 mil hectares de feijão (+3%),
conforme a Conab. A produção esperada é de 885 mil toneladas e
representa incremento de apenas 2,5% sobre o volume da terceira safra de
feijão da temporada 2013/14.
Balanço
6% de recuo
na área
do feijão de 2014/15 foram registrados pela Conab, somando as três
safras do período (jul/jun). Apesar disso, produção estimada é apenas
1,5% menor. Oscilações nos preços indicam que reajustes buscam um teto.